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Redução da pobreza diminui número de dependentes do Bolsa Família no Paraná

 

O Paraná reduziu o número de famílias dependentes do Bolsa Família nos últimos anos. Dados do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, mostram que o Estado tinha 370,8 mil famílias dependentes do programa em 2016. O volume é 20,5% menor do que o registrado em 2010 (466,6 mil). 

O Paraná foi o Estado que mais reduziu o número de beneficiários do Bolsa Família no período. Em segundo lugar ficou Rondônia, com redução de 18%, de 114,1 mil para 93,5 mil famílias. No Rio Grande do Sul o número caiu 16,4%, de 456,8 mil para 379,2 mil. 

Em todo o País, no entanto, o programa federal, criado para auxiliar pessoas em situação de extrema pobreza, ampliou o número de usuários em 6%, de 12,8 milhões para 13,7 milhões de famílias. 

A principal explicação para a redução do número de beneficiários do Bolsa Família no Paraná está na diminuição da pobreza no Estado, na avaliação do economista Julio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Ipardes. 

Programas de combate à pobreza, como o Família Paranaense, e de incentivos para instalação de empresas e geração de empregos, como o Paraná Competitivo, têm contribuído para melhorar a renda da população e tirar famílias da linha da pobreza. 

“O que se observa no Paraná, nos últimos anos, é que o rendimento subiu mais entre a parcela da população com menor renda. Programas de assistência social e de promoção do emprego vêm proporcionando maior independência e autonomia para as famílias mais pobres”, diz Suzuki Júnior. 

POBREZA - O Paraná conseguiu diminuir a pobreza em 15% entre 2009 e 2015, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE. O número de pessoas que residem em domicílios cuja renda mensal per capita é de até meio salário mínimo – um dos critérios para medir a pobreza - caiu de 2,1 milhões para 1,5 milhão no Estado. Foi a maior queda entre os Estados do Sul e quase cinco vezes a registrada no Brasil no mesmo período. Entre 2009 e 2015, o número de pessoas que ganhava até meio salário mínimo no Brasil caiu 3,3%, de 58,2 milhões para 56,3 milhões. 

“Hoje o Paraná também se consolida como um Estado socialmente responsável. Os resultados alcançados pelo programa Família Paranaense nos enchem de orgulho e mostram que estamos no caminho certo”, diz a secretária estadual da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa. 

Lançado em 2012, o programa Família Paranaense, principal programa do governo para redução de pobreza no Estado, atende famílias que vivem em situação de risco e vulnerabilidade social.

Desde a sua implantação, já chega a 265,6 mil o total de famílias atendidas em todos os municípios do Estado. Por meio da modalidade de transferência de renda às famílias que vivem em extrema pobreza, o programa reúne ações articuladas de 19 secretarias e órgãos estaduais. São ações principalmente nas áreas da assistência social, educação, saúde, habitação, agricultura e trabalho. 

MUNICÍPIOS - O levantamento do Ipardes mostra que em Curitiba o volume de famílias dependentes do programa Bolsa Família caiu 30,5%, de 42.747 em 2010, para 29.701 em 2016. A maior queda, no entanto, se deu nos municípios de menor porte. 

Santo Inácio, no Norte do Estado, foi o que registrou maior recuo no número de dependentes do Bolsa Família. Em 2016, o município tinha 47 famílias atendidas pelo programa, 80% menos do que as 235 em 2010. Itambé, na Região Metropolitana de Maringá, registrou uma queda de 78,6%, de 215 para 46, e Itaguajé, no Noroeste, teve queda de 71,3%, de 380 para 109 famílias. Em 2016, a remuneração média por família no Bolsa Família no Paraná foi de R$ 152,17. 

O Bolsa Família é voltado para famílias extremamente pobres (renda per capita mensal de até R$ 85) e pobres (renda per capita mensal entre R$ 85 e R$ 170). O programa envolve repasses de cerca R$ 2,4 bilhões por mês em todo País. (AEN).

 

 

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CONVENÇÃO DE VENDAS DA CVC TRARÁ MAIS DE 1.300 AGENTES DE VIAGENS A FOZ

 

Evento será realizado de 16 a 20 de fevereiro e inclui visitas aos atrativos e convenção fechada de vendas

Foz do Iguaçu receberá no período de 16 a 20 de fevereiro, 1.372 agentes de viagens brasileiros, que são líderes de vendas da operadora CVC, empresa que dispõe de 1.100 lojas em todo o Brasil e mais 15 mil agências fidelizadas que vendem seus pacotes.

A Convenção Anual de Vendas da CVC, que será realizada no Hotel Rafain Palace, com abertura na noite de quinta-feira (16), no Hotel Recanto Cataratas, foi idealizada para acontecer em Foz do Iguaçu com base na proposta feita pela Gestão Integrada do Turismo. 

Serão 34 ônibus de turismo circulando por Foz do Iguaçu, com visitas técnicas nas Cataratas do Iguaçu, Itaipu, Marco das Três Fronteiras, além de visitas a Ciudad de Leste, no Paraguai, e Puerto Iguazú, na Argentina.

A Secretaria Municipal de Turismo (SMTU) está dando apoio logístico ao evento e organizou uma reunião entre os promotores do evento com a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Guarda Municipal e Foztrans, que ocorreu na manhã de segunda-feira (13), na sede do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR).

O objetivo do encontro foi de repassar informações às forças policiais sobre os roteiros a serem realizados pelos participantes do evento, para que auxiliem nos diversos deslocamentos de ônibus que ocorrerão principalmente na quinta-feira (16) e sexta-feira (17), dias em que os visitantes percorrerão os atrativos turísticos.

Segundo Felipe Gonzalez, que é presidente do COMTUR, vice-presidente da ABAV-PR e representante do Receptivo CVC em Foz, os ônibus serão todos de Foz do Iguaçu, com motoristas da cidade, que estão acostumados com os trajetos. “Cada ônibus terá um guia local, o que facilitará as operações, além de transmitirem informações adequadas aos visitantes”, declarou.

No sábado (18) e domingo (19) o grupo estará reunido em convenção fechada de vendas no Hotel Rafain Palace. Na ocasião, o time de executivos da Matriz CVC falará sobre tendências em viagens para os próximos anos. Foz do Iguaçu está entre os 10 destinos nacionais mais vendidos pela operadora e hoje é uma das rotas mais procuradas por clientes da empresa que a cada ano traz cerca de 100 mil turistas ao destino. 

“Em 2016, foram 110 mil passageiros encaminhados pela CVC a Foz, o que representa 10% do movimento registrado no Parque Nacional do Iguaçu”, disse Felipe Gonzalez.

Gonzalez comentou sobre a captação do evento para Foz: “foi um trabalho da Gestão Integrada do Turismo, que viu nesse evento uma possibilidade de um crescimento de visitantes, tendo em vista que estarão presentes líderes de vendas de todo o Brasil, o que potencializa muito a promoção do destino. Dessa forma, queremos que os agentes de viagens tenham o melhor conhecimento possível dos principais atrativos que visitarão e que daqui levem uma experiência inesquecível e marcante, de forma que isso se traduza em vendas”, afirmou.

“A Gestão Integrada abraçou essa iniciativa, fez os esforços necessários para captar este evento para o destino e como sempre, todas as forças estão envolvidas: Prefeitura, polícias, Itaipu, Convention Bureau, Fundo Iguaçu, Secretaria de Turismo, Infraero, ICMBio, atrativos, todos procurando dar o melhor atendimento possível para que o evento seja de pleno êxito”, concluiu Gonzalez.

Lourenço Kurten, secretário municipal de Turismo, comentou que “a Convenção CVC é um evento bastante importante, uma vez que se trata da maior operadora de turismo da América Latina, que tem um público já cativo. A ideia é que os agentes possam conhecer nossos atrativos e vender de uma forma ainda mais intensa o nosso destino”.

“Nós, da Secretaria de Turismo, estamos focados com os deslocamentos desses visitantes e a preocupação é que não causem transtorno nem para os agentes de viagens e nem para a população”, afirmou Kurten. “A SMTU convocou os órgãos de segurança, juntamente com a Secretaria de Segurança Pública, para tratarmos do tema da melhor forma e estabelecermos toda a logística, para que tudo isso impacte o menos possível no trânsito do município.”

“Esperamos que a população entenda que é um evento muito importante para a cidade e que nesses dias, principalmente 16 e 17, se tiver algum atraso no trânsito, se houver a necessidade de esperar um pouco em algum semáforo, que compreenda que é um resultado positivo para a cidade que está se buscando”, concluiu o secretário. (Fotos: Elaine Mota / AMN).

 

 

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TAXISTAS CONVENCIONAM O USO DE LISTA PARA COMPROVAÇÃO DE PASSAGEIROS

 

Autoridades do Brasil, do Paraguai e da Argentina discutiram a obrigatoriedade da utilização de lista para comprovação de passageiros que utilizam táxis na fronteira. A ideia é que os profissionais identifiquem os usuários para evitar irregularidades. O assunto foi tratado na manhã dessa segunda-feira (13), na sede do Instituto de Transporte e Trânsito de Foz (Foztrans).

Os representantes dos taxistas de Foz do Iguaçu, Nilton Rocha, diretor presidente da Coopertaxi Cataratas, Erickson Vieira, diretor presidente do Sindtaxi, Licério Santos, presidente do SINDETUR, Amálio Vasquez, representando a categoria do Paraguai, Lucas da Rosa, representando os taxistas argentinos, os vereadores de Foz do Iguaçu, João Miranda, Marcio Rosa, e, o diretor de gabinete representando a prefeita, José Ruy Alexandre acompanharam a reunião.

A lista de passageiros é obrigatória para o transporte do turismo, mas para o serviço de táxi ainda não é regulamentada. Com isso, o Foztrans e as autoridades decidiram que a partir de agora os prestadores do serviço devem utilizar o documento, dando mais tranquilidade aos profissionais que circulam entre os três países e, sobretudo, impedindo corridas fora da origem dos táxis.

O diretor do Foztrans, Robson Lima Souza, disse que o instituto vai continuar com as fiscalizações, pois as irregularidades no transporte de taxistas paraguaios e argentinos no Brasil são recorrentes.

No entanto, ele ressaltou que o uso da lista com a identificação dos passageiros pode evitar transtornos, pois uma vez que a multa for aplicada, são cobradas dez unidades fiscais mais o gasto para recolher o carro apreendido.

“Queremos evitar situações abusivas, mas há um acordo firmado com as cooperativas de táxis do Paraguai e da Argentina que precisa ser cumprido. Se os taxistas se assegurarem com a documentação da lista, poderão transitar tranquilamente na cidade e nos pontos turísticos de Foz do Iguaçu e retornar ao país de origem sem problemas”, defende.

Durante o encontro, os taxistas relataram um fato ocorrido no final de semana. Segundo Souza será apurada a suposta aplicação irregular de uma multa. “Nós iremos conversar com o fiscal que aplicou a multa ao taxista argentino. Já sabemos que ele estava com um passageiro também argentino e que retornavam ao país de origem. O que precisamos apurar é se o fiscal do Foztrans pediu a apresentação da lista e se o taxista teria se negado a apresentá-la. Ou ainda se a multa foi aplicada pelo fiscal sem averiguar a documentação do motorista”, pontuou Robson.

O diretor do Foztrans ainda frisou: “Quando ocorrerem equívocos na aplicação de multas por parte do Foztrans iremos reparar da melhor forma possível e é isso que nós, enquanto município, estamos nos propondo a fazer”. (AMN).

 

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Intervenção em hospital de Foz completa dois meses com bons resultados

 

O processo de intervenção no Hospital Municipal Padre Germano Lauck, em Foz do Iguaçu, completou dois meses. Nesse período, já foi possível quitar as dívidas com a folha de pagamento dos funcionários e reorganizar os contratos com prestadores de serviços. As mudanças aconteceram graças ao repasse de R$ 38 milhões a serem pagos em seis parcelas pelo Governo do Estado à instituição.

Atendendo a uma recomendação dos Ministérios Públicos Estadual e Federal, o Estado assumiu a gestão do hospital no dia 1º de dezembro de 2016. “Colocamos uma equipe preparada para reerguer este hospital tão importante para a região de fronteira. O local enfrentava graves problemas financeiros e estava prestes a fechar e, em menos de 60 dias, já é possível ver os bons resultados da intervenção”, comenta o secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto.

De acordo com o coordenador da comissão gestora de intervenção do hospital e diretor-técnico da Fundação Estatal de Atenção à Saúde do Paraná (Funeas-PR), Moisés Warszawiak, a instituição foi encontrada em situação precária. “Encontramos R$ 10,00 no caixa de um hospital sem medicamentos e insumos hospitalares, sem materiais de limpeza e com equipamentos estragados”, diz.

Ele também conta que todos os funcionários da instituição estavam com os salários atrasados, os fornecedores estavam sem receber e diversos colaboradores com contratos irregulares deixaram de atender após a intervenção do Estado. “Com todos esses problemas, os leitos ainda estavam ocupados por pacientes que aguardavam por cirurgias há mais de 40 dias, sem perspectiva alguma”, complementa.

GARANTIA – A principal preocupação da equipe era conseguir manter o funcionamento do hospital no meio de todo o caos encontrado. Para isso, foi solicitado com urgência o empréstimo de medicamentos e materiais aos hospitais do Estado e hospitais da região. A ação garantiu a mínima estabilidade para que as portas continuassem abertas.

O segundo passo foi possibilitar que os repasses oriundos do Governo chegassem diretamente ao hospital. “Se o repasse fosse feito ao município, não poderíamos garantir que tudo seria aplicado no hospital. Naquele momento, o dinheiro também não poderia ser repassado à Fundação, que não tinha condições de emitir certidões negativas que autorizassem o pagamento pelo Estado”, conta Warszawiak.

Para garantir o engajamento da equipe de funcionários nessa nova etapa, as folhas de pagamento foram colocadas em dia, incluindo o 13º salário, e um novo modelo edital para credenciamento de médicos foi elaborado. Moisés explica que anteriormente os médicos tinham contratos com valores fechados, recebendo em forma de pacotes, sem o comprometimento com a produção. O novo formato paga apenas pelos procedimentos que eles efetivamente realizam.

Outro problema inicial era conseguir o fornecimento de insumos novamente. “Os fornecedores estavam há tanto tempo sem receber e não queriam realizar novas vendas, então tivemos que fazer os pagamentos à vista ou adiantados. Tudo o que foi contratado após a intervenção está pago – fornecedores e colaboradores”, garante o coordenador.

RESULTADOS – Passados mais de 60 dias da intervenção do Governo, as diferenças no hospital já são claras. “A fachada tem a grama aparada; os enfermeiros usam uniformes de identificação; os extintores de incêndio, há mais de dois anos sem manutenção, estão sendo reparados; e os equipamentos de UTI e exames também passaram por manutenção; entre outras ações. O hospital tem cara de hospital!”, comemora Warszawiak.

As contratações de médicos agora estão adequadas aos serviços oferecidos pelo hospital. Nos anos anteriores, a instituição gerenciava os recursos repassados para a gestão sem se preocupar com as receitas advindas do SUS nos diversos setores. Dos 30 leitos de UTI, por exemplo, apenas 11 ainda tinham esse credenciamento. As habilitações já estão sendo refeitas e os credenciamentos devem ser autorizados pelo Ministério da Saúde no decorrer dos próximos meses.

NÚMEROS – As mudanças ocorridas no Hospital Municipal Padre Germano Lauck após a intervenção do Governo do Estado também podem ser verificadas comparando alguns números. Por exemplo, a média diária de atendimentos no pronto socorro praticamente dobrou. Passou de 18, em novembro de 2016, para 35 atualmente. Já o número médio de cirurgias mensais passou de 230 para 325, no mesmo período.

A taxa de ocupação de leitos passou de 40% para 70%. As internações também cresceram, passando de uma média diária de 104 para 151. Entretanto, mesmo com o aumento expressivo no número de atendimentos, o gasto médio com médicos reduziu quase R$ 1 milhão, passando de R$ 2,6 milhões para R$ 1,7 milhão por mês.

Além disso, a nova gestão garantiu a realização de 228 cirurgias de catarata pelo Mutirão de Cirurgias Eletivas do Estado em janeiro. Nos últimos dois meses, foram realizadas quatro captações de órgãos no hospital, que deram origem à doação de oito rins, dois fígados, duas córneas, um pâncreas e valvas de coração.

Para o secretário Caputo Neto, a principal expectativa agora é entregar um hospital auto-suficiente. A intervenção tem um prazo de 180 dias, renováveis por mais 180 dias. “Garantimos 38 milhões para recuperar o hospital. Nosso objetivo agora é garantir um local organizado administrativa e financeiramente – em que a receita cubra os gastos – para que a próxima gestão possa continuar esse trabalho com facilidade”, revela.

(Texto e foto: Assessoria de Comunicação/HMFI).

 

 

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SANEAMENTO Coleta de esgoto chega a mais moradores de Foz

 

Pelo menos mais 600 famílias que moram em três bairros de Foz do Iguaçu serão atendidas com o serviço de coleta e tratamento de esgoto ainda neste ano. A Sanepar iniciou a segunda etapa de ampliação da rede coletora nos bairros Jardim Copacabana, Niterói e São Roque 1, 2 e 3 esta semana. A obra é uma solicitação da comunidade e será executada até o fim de 2017. 

O gerente regional Nilton Perez diz que as obras de ampliação do sistema de esgoto fazem parte de um programa da empresa, chamado Expansar, para atender demandas da comunidade. “Estamos atendendo a necessidade de moradores cujos imóveis ainda não eram atendidos em bairros que já tinha infraestrutura do sistema”, explicou o gerente. 

As novas redes terão extensão de oito quilômetros e também vão contribuir para aumentar o índice de coleta de esgoto no município. Hoje, o índice de atendimento é de 75,24%. Com as novas ligações que serão liberadas a partir das obras de ampliação, inclusive na região da Vila Adriana, o índice chegará a 78%. Essa meta faz parte do contrato assinado entre a Sanepar e a prefeitura de Foz do Iguaçu e está incluída no Plano Municipal de Saneamento Básico. 

PRIMEIRA ETAPA - No ano passado, a empresa finalizou a primeira etapa da ampliação. Foram atendidos 143 residências e assentados cerca de 3,5 mil metros de tubulação. 

O comerciante Flávio Cleber Caetano, é morador do Jardim Copacabana há dez anos e teve acesso ao serviço de coleta de esgoto em 2016. “A rede de esgoto é uma tranquilidade. Construí um prédio no terreno e a fossa ia ser sempre uma preocupação”, comentou. (AEN).

 

 

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ENCONTRO EM FOZ PROMOVE DIÁLOGO SOBRE MIGRAÇÃO NO BRASIL

 

Os direitos de crianças e adolescentes no contexto da migração no Brasil será o tema do encontro Novo Ninho, projeto executado pela Associação Brasileira de Defesa da Mulher da Infância e da Juventude (ASBRAD).

O evento será realizado na próxima segunda (13) e terça-feira (14), no Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu - CESUFOZ.
Toda a população está convidada a participar do curso, que é gratuito e não exige inscrições prévias. Será entregue certificado de participação para aqueles que comparecerem nos dois dias do encontro.

Entre os temas a serem abordados no evento estão refúgio, o Estatuto da Criança e do Adolescente à luz da proteção internacional, como também os tratados internacionais e diretrizes internacionais, tais como o parecer consultivo da Corte Interamericana de direitos humanos para a proteção de crianças na América Latina.

Como objetivo, o encontro visa fortalecer os espaços de organização no campo da garantia dos direitos dos migrantes no Brasil, especialmente na área de crianças e adolescentes, por meio da realização de diálogos formativos com atores do Sistema de Garantias de Direitos, com foco em localidades fronteiriças e grandes fluxos migratórios nacionais e internacionais.

O evento Novo Ninho: Diálogos Informativos, Diretrizes de Atendimento Humanizado às Crianças e Adolescentes no Contexto da Migração no Brasil é uma realização da ASBRAD, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, Família e Relações com a Comunidade.

Representantes dos Escritórios das Nações Unidas, como UNODC, UNICEF e Acnur, bem como a coordenação de migrações da Prefeitura de São Paulo, estarão presentes para uma troca de experiências sobre a primeira lei municipal para migrações e os equipamentos públicos que funcionam na cidade.(AMN).

 

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COMISSÃO ANALISA CONTRATOS DE FORNECEDORES NA SAÚDE

 

A Comissão Especial de Avaliação dos Contratos Pendentes e da Liquidação Afetos à Secretaria Municipal de Saúde segue com o trabalho de analisar a dívida da prefeitura herdada da gestão anterior. O grupo avalia o pagamento de médicos que atuavam no Hospital Municipal e também de fornecedores que prestaram serviços até dezembro de 2016.

Na última semana, a documentação final correspondente aos contratos de serviços médicos foi trazida á comissão. A partir disso, o grupo vai analisar o cumprimento de carga horária, contrato social, emissão de notas fiscais e outros documentos refrentes ao período anterior a intervenção estadual no local. Desde o dia 30 de novembro, a gestão da unidade está sob responsabilidade do Governo do Estado.

“Nós estávamos aguardando algumas informações do Hospital, com esses dados vamos revisar todas as cláusulas dos contratos e dar o parecer para o pagamento em até quinze dias”, disse o presidente da comissão, Romildo Mausinho Ferreira.

A falta de gestão no governo anterior e o fato de não haver transição dificultaram o acesso ás informações. Por isso é necessário que tudo seja analisado, principalmente se os serviços prestados estão de acordo com o que foi estabelecido em contrato.

“Vamos ver se os tributos foram devidamente recolhidos. Os que constarem irregularidades será comunicado o secretário e a diretoria executiva da fundação para obtenção de mais documentos que validem a solicitação do prestador”, explica.

De acordo com Ferreira, paralelamente a análise dos serviços prestados por médicos credenciados, a comissão também aprecia a situação dos fornecedores da Saúde. “Vamos avaliar a situação dos fornecedores de insumos, materiais e medicamentos, que estão na mesma situação, aguardando o pagamento”, confirmou Romildo.

A comissão de avaliação é composta por um representante do Conselho Municipal da Saúde de Foz (COMUS), um da Unioeste, um da secretaria de Administração e Gestão de Pessoas, outro da secretaria da Fazenda, Controladoria Geral e da secretaria de Saúde. (AMN).

 

 

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VIDEOMONITORAMENTO INTEGRAL SERÁ RETOMADO EM FOZ

 

O videomonitoramento integral voltará a funcionar em Foz do Iguaçu. A prefeitura abrirá dois processos licitatórios para a contratação de empresas que executarão os serviços. Um para atender o chamado velho sistema, com a manutenção das câmeras que sofreram algum tipo de defeito e outra licitação que visa atender a ampliação do novo sistema, com a aquisição de mais 120 equipamentos.

A secretaria de Administração será a responsável pela abertura e pelo processo de licitação, com o acompanhamento das secretarias de Segurança e de Tecnologia de Informação (TI). O Ministério da Justiça estabeleceu um prazo de seis meses para que o contrato seja executado neste novo processo.

Segundo o diretor da Guarda Municipal, Jussier Leite Silva, que responde interinamente pela Secretaria de Segurança, com a vinda das novas câmeras, o município poderá melhorar o sistema de policiamento preventivo se tornando referência não só no Estado.

“Amplia nosso controle social, promove-se uma maior segurança a toda população da cidade e à população flutuante e possibilita a prevenção de crimes em outros locais onde as novas câmeras deverão ser instaladas”, disse.

A previsão é de que o novo sistema passe a transmitir o sinal das imagens de rádio para cabo de fibra ótica. Seriam 240 câmeras instaladas em Foz do Iguaçu e compondo o quadro de videomonitoramento da cidade.

Atualmente existem 120 câmeras instaladas em todas as regiões da cidade, incluindo a ponte internacional da Amizade. Deste total, 10% estão em pleno funcionamento e 20% em atividade parcial.

As imagens fiscalizadas na central são compartilhadas entre as polícias nos processos de investigação de crimes, facilitando o trabalho de conclusão dos casos. A parceria das polícias Civil e Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e Guarda Municipal possibilita o policiamento preventivo em toda região de fronteira.

Auditoria - De acordo com o secretário, o município reincidiu o contrato, em 31 de janeiro de 2017, com a empresa responsável pela manutenção das câmeras pela falta de prestação de serviços adequados. “Queremos resolver da melhor maneira esse problema. Temos 120 câmeras instaladas, mas uma parte ficou sem receber manutenção um tempo. Agora iremos descobrir por que isso aconteceu e tomar as devidas providências”, garante Jussier.

A secretaria municipal de Administração instaurou uma auditoria na Guarda Municipal, composta por representantes da Administração, da GM e da TI, para apurar e sanar as irregularidades com a falta de manutenção das câmeras já instaladas e sem estar em funcionamento. (AMN).

 

 

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